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Quarta-Feira, 19 JUN 2013

PARAIBA
Morte de ‘viciado’ em Campina: Com a palavra, os comandantes
ParaibaemQAP | 09 AGO 2012 | 00:06

Como é o nome do marginal que matou o soldado Romualdo? O psicopata que matou o cabo Souza está preso?

  ( 15 Comentários) Comentários Comentários

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Foto: ParaibaemQAP

Devido ao episódio que culminou na morte de um homem que invadiu, possivelmente drogado, a casa de um policial militar em Campina Grande, a *imprensa, sem demora, buscou todos os meios de ouvir a versão da cúpula da Polícia Militar da Paraíba. E não poderia ser diferente. É de interesse da sociedade que fatos como este sejam devidamente esclarecidos.

O comandante-geral da PM, coronel Euller Chaves [centro], foi extremamente sensato em suas palavras. Disse, com a serenidade que o caracteriza, que tudo será devidamente apurado. “Se for comprovado o abuso, os culpados serão devidamente punidos”, sintetizou.

O comandante do Policiamento Regional, coronel Wolgrand [à esquerda], também mostrou equilíbrio, literalmente falando, pois não ‘pendeu’ nem para um lado nem para outro. Não culpou nem defendeu. Não condenou nem eximiu.

O comandante do 2º BPM, tenente-coronel Souza Neto – que acumula elogios da imprensa campinense por ser “oficial de rua” –, sabe o que é trabalho de rua. Conhece os problemas enfrentados pelos policiais, mas nem por isso bateu o martelo absolvendo seus comandados envolvidos na ocorrência. Tampouco apontou motivos para condená-los.

O comando que a *imprensa quer

Veja como eram, há alguns anos, as declarações de comandantes (a maioria deles) em situações parecidas: “Isso é um absurdo, a Polícia Militar não comunga com essa barbaridade, e essa não é a orientação do nosso governador. Eu já determinei o recolhimento dos policiais envolvidos e eles podem ser expulsos da corporação”. Pronto. Primeira capa garantida no jornal do dia seguinte.

A pauta que a *imprensa não quer

Quando um policial é assassinado em pleno serviço ou em razão da profissão, a *imprensa faz sua cobertura feijão-com-arroz, para não dar muito na cara. Mas não procura, sem demora, os meios possíveis e impossíveis para que o caso seja devidamente esclarecido.

O prezado leitor sabe o nome do bandido que matou o cabo Souza [por exemplo] em janeiro de 2012? É óbvio que não. A interrogação nunca foi capa nos jornais.

*A quem couber a carapuça.


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  Comentários ( Exibindo 3 de 15 )
[ 14/08/2012 00:59 ]
POLICIAL disse:
GOSTARIA DE SABER SE FOSSE NO ASÍLO INVIÓLÁVEL DE UM JUIZ, UM PROMOTOR, UM JORNALISTA ENTRE OUTRAS AUTORIDADES QUE SE DIZEM CONHECEDORES DE SEGURANÇA. COM CERTEZA NÃO DIVULGARIAM IMAGENS, NÃO PERSEGUIRIAM POLICIAIS TRABALHADORES NEM OS AFASTARIM DE SUAS FUNÇÕES. É POR PESSOAS ASSIM QUE A POLICIA ESTA DESMORALIZADA, DESMOTIVADA, ESPERANDO O DIA PARA QUE ACONTEÇA O INVERÇO E ELES BEM MANSINHOS SUPLICANDO NOSSA AJUDA NOS PEDINDO E ATÉ OFERECENDO DINHEIRO, COMO JÁ ACONTECUE, PARA QUE DESSEMOS UMA SURRA EM UM POBRE COITADO QUE APENAS TOMOU O CÉLULAR DO SEU FILHINHO.
POIS É COMO DIZ O DITADO \\\"PIMENTA NO C...... DOS OUTROS É REFRESCO.\\\"
[ 11/08/2012 12:11 ]
Sd Caceteiro disse:
A ocorrência foi seria mesmo tiraram até o site da PMPB, do portal do Governo do Estado. A Constituição Federal diz que o lar é o asilo inviolável do indivíduo, acho que esse artigo deve ser de outra Constituição porque aqui no Brasil bandido pinta e borda na casa do cidadão e o governo ainda enche ele de regalias no presídio. Os nossos parlamentares estão preocupados apenas em encher os bolsos e cuidar da sua família, os demais populares podem ficar como bem entenderem sem apoio de ninguém. Só bandido que merece respeito nesse país desmoralizado. Os parlamentares parecem pessoas de bem, mas pelas leis que eles criam deixam muito a desejar o que é proteger o cidadão.
[ 10/08/2012 13:34 ]
edvaldo de brito trajano disse:
Eu agiria diferente.Se qualquer indivíduo invadisse a minha casa,eu não o mataria o espancando,não.Eu cortaria o pescoço ,a cabeça e todo o corpo dele com uma foice bem afiada;e depois,eu atearia fogo no corpo dele e jogaria para os animais se alimentarem.
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