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Domingo, 19 MAI 2013

SISTEMA PENITENCIÁRIO
Prova de fogo: GPOE coordena escolta de nove presos do PB1 para presídio federal
ParaibaemQAP | 05 JUL 2012 | 21:15

Batalhão de agentes e policiais chamava a atenção das cidades por onde o comboio passava. Na chegada, a sensação de estar “em outro mundo”.

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Foto: ParaibaemQAP

O Grupo Penitenciário de Operações Especiais (GPOE) ainda está engatinhando, se comparado a outras unidades incumbidas de realizar operações estrategicamente perigosas. Mas é justamente embasada nessa relação de idade X produção que a equipe merece realce.

Nessa quarta-feira (4), nove presos de alta periculosidade foram transferidos do presídio PB1, em João Pessoa, até a Penitenciária Federal de Mossoró (RN), onde se encontra o traficante Fernandinho Beira Mar.

A operação, denominada Perseu II, foi organizada pela Gerência Executiva do Sistema Penitenciário (Gesipe), da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), naquele instante representada pelos agentes do GPOE. O trabalho contou com o indispensável apoio da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal, que até um helicóptero disponibilizou para a escolta.

“Fim do mundo”

De João Pessoa para Mossoró, o batalhão de agentes e policiais que conduziam as 15 viaturas chamava atenção nas cidades por onde passava. Não é todo dia que dezenas de homens de preto cortam os municípios interioranos, numa velocidade necessariamente avançada.

Outro mundo

Na chegada ao presídio federal, um dos agentes do GPOE nos confidenciou: “não me senti no sistema prisional brasileiro”. O espanto foi causado pelo nível de segurança que as penitenciárias federais apresentam, pois apenas um membro da escolta policial paraibana foi autorizado a ingressar na fortaleza. E ainda assim sem seu aparelho celular e desarmado (desse jeito, funciona...).

Nosso mundo

De toda forma, são nítidas as mudanças no sistema prisional paraibano. Falta muita estrada, é verdade. Mas o próprio GPOE é a prova de que, se olharmos para trás, seguimos uma caminhada promissora.

Lista de transferidos

  • Flavio de Lima Monteiro (“Fatoca”)
  • Helder Guimarães Ramos (“Gordo Pompa”)
  • Francinaldo Barbosa de Oliveira (“Vaqueirinho”)
  • Gilson Marques Mendes Madureira (Gilson Beira Mar)
  • Marcos Vinicius Padilha (“Marcos Padrilha”)
  • Osmano Canuto de Araujo (“Cavanhaque”)
  • Ronaldo Adriano da Silva Soares (“He-Man”)
  • Robson Machado de Lima (“Rô” ou “Psicopata”)
  • Severino José Leite (“Coroa Boy”)

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  Comentários ( Exibindo 3 de 9 )
[ 08/07/2012 23:34 ]
a disse:
Coroa Boy, kkkkkkkkk, eu ri!
[ 07/07/2012 08:26 ]
A Importância dos Grupos Especiais (3) disse:
E concordo plenamente que a categoria dos agentes penitenciários deve VOLTAR a se equiparar ao agende de polícia civil (foi sempre assim até 2008).

Hoje a diferença de salário entre um Investigador da PC e um ASP é de aproximadamente 50 reais, mas isso pq a PC é nível superior só no papel, os salários ainda não foram atualizados, mas a tendência é que a remuneração deles de uma melhorada, os ASP não podem dormir no ponto, tem que exigir que a carreira também seja de nível superior, que seja criado um plano de cargo semelhante ao da PRF (carreira única com 4 níveis: agente, agente operacional, agente especial e inspetor) e que os cargos de direção sejam ocupados por concursados com mais tempo de serviço.
[ 06/07/2012 22:38 ]
agente efetivo disse:
Quero saber o que Anselmo está fazendo nesta missão? Ele é diretor da máxima de Campina. Assim é bom demais ser diretor, sem pisar no presídio.
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